Por Lucas Tavares

Sua fórmula tradicional é bem famosa: café, leite vaporizado, espuma. Em alguns casos, ele recebe um toque extra de canela ou chocolate para finalizar. Mas o que não é assim tão conhecida é a origem do cappuccino, um clássico para os coffee lovers. Sua criação é recheada de lendas e mitos que se misturam com a realidade, assim como toda boa história deve ser.

Diferente do que se pensa, o cappuccino não nasceu da mão de um barista experiente ou de outro profissional do café. Na realidade, sua criação é atribuída à um monge! A lenda conta que no século XVI ou XVII, o monge italiano Marco D’Aviano era um dos muitos que resistia a invasão Islâmica na Europa.

E em uma destas batalhas, o exército italiano impediu a entrada dos invasores no país, que em sua rápida fuga, deixaram para traz diversas sacas de café. O grão não era lá o preferido dos italianos por seu amargor excessivo, então decidiram misturar com leite e mel. Assim, conseguiriam a iguaria deixada pelos inimigos.

Assim, meio sem querer, surgiu o cappuccino. Aqui, vale lembrar que o próprio nome é uma grande homenagem à D’Aviano: cappucio significa capuz e ino, seu diminutivo – o que resulta em algo como “pequeno capuz”. Uma alusão ao capuz e até a cor das vestes da ordem dos monges franciscanos, à qual Marco pertencia.

Até hoje, a receita é basicamente a mesma – com pequenas alterações, como é feito com a canela e o chocolate em pó aqui no Brasil. Mas uma coisa é certa: benditos sejam os turcos que, sem intenção, ajudaram na criação desse maravilhoso mix cafeinado.

Imagem: Pinterest Five Senses Coffee

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